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EDIÇÃO AGOSTO 2018

Destaques

Bem-vinda Masako!


Ao apoiar o programa de estágios promovido pela Associação Nipo-Brasileira de Intercâmbio, recebendo os intercambistas em nosso escritório, conseguimos trocar ricas experiências culturais com esses jovens japoneses que vêm ao Brasil em busca de conhecer um pouco mais sobre o nosso país. E quem chegou por aqui em abril foi Masako Inoue. Com um bom domínio da língua portuguesa, ela conta que estudou o idioma para poder colocar em prática um desejo: o de estudar sobre a vida nas comunidades no Rio de Janeiro e poder escrever sobre essa experiência. Assim essa não é sua primeira passagem pelo Brasil. Ela já esteve por aqui por duas vezes, em breves visitas à Cidade Maravilhosa (em 2015 e 2016). Curtiu tanto as viagens, que agora decidiu conhecer outros lugares e encontrou no programa de estágios uma boa oportunidade.

Ela nos conta que está encantada com a cidade e que moraria com prazer por aqui. Sua adaptação está sendo tranquila e está animada com suas descobertas. Nas horas vagas gosta de passear e já faz planos de conhecer cidades próximas. Formada em Comércio Exterior, ela está com 32 anos e até então trabalhava em uma empresa de comércio eletrônico em Fukuoka, sua terra natal. Seu principal hobbie é a escrita, inclusive já tem alguns materiais prontos, mas confessa que ainda não se sente pronta para publicá-los, pois acha que pode melhorá-los. Gosta também de ler animês e mangás e assistir a séries norte-americanas de TV. Esportes? Gosta de vôlei e é faixa preta de Karatê! Muito versátil essa garota, não é?


Avaliações sobre o intercâmbio


Em maio mais um engenheiro voltou para o Brasil após participar do programa de intercâmbio que mantemos com a Construtora Shimizu no Japão. E na bagagem muitas experiências e aprendizados, não só profissionais, mas também pessoais. Engenheiro civil da filial de Manaus, Yoshiaki Ricardo Takatani foi para lá em fevereiro de 2017, sendo destacado para atuar na construção de um prédio comercial de dez pavimentos em Tóquio. Ele acompanhou a obra desde a fundição até a sua entrega, em abril deste ano. “Tive a oportunidade de trabalhar com uma equipe jovem e muito dedicada. E com um diretor de obras que gostava muito promover eventos esportivos e de confraternização. Isso fez com que o grupo ficasse unido e convivesse em harmonia”, avalia.

Ele destaca alguns pontos na forma de trabalho dos japoneses. “A mão de obra é altamente qualificada e comprometida, atuando em total sintonia. São marcantes a organização nas suas rotinas de trabalho e o rigor na checagem dos serviços que estão sendo executados, bem como as formas de inspeção de materiais e serviços, os registros fotográficos e a documentação de tudo”. Experiências pessoais? “Essa vivência me permitiu conhecer melhor a cultura e os costumes dos japoneses, desendar volver o idioma e aprender deliciosas receitas da culinária do país. Além disso, tive a oportunidade de visitar alguns familiares que moram por lá”.

Já sente saudades de muitas coisas que faziam parte de sua rotina, como a comida, a segurança nas ruas, o eficiente transporte coletivo e as lojas de conveniências (konbini). Mas comemora a volta ao lar. “Meus (três) filhos, minha esposa, minha mãe e meu irmão... Todos foram me buscar no aeroporto. E foi muita alegria!”, relembra.