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EDIÇÃO MAIO 2014

Segurança

A habilidade de se relacionar com a equipe

* Sérgio Atushi Ui, engenheiro de Segurança do Trabalho.

Quando entrevisto os novos técnicos de segurança aqui da construtora (e também os candidatos à vaga) as primeiras perguntas que faço são as seguintes: Você gosta do que faz? E qual o aspecto do seu trabalho que considera um “pepino”? Pode parecer um questionamento banal, mas para mim é crucial para conhecer melhor esta pessoa fundamental para a equipe, já que os pontos difíceis ou desagradáveis de nossas tarefas acabam se tornando os fatores de desafios e superações. Em geral, a grande reclamação que ouço é a de que é muito difícil conquistar a confiança e o respeito da equipe. Mas será que isso é realmente uma tarefa complicada? Acho que não. Saber se relacionar com os colegas de trabalho faz toda a diferença e para que isso seja natural, basta entender qual o seu papel nisso tudo, respeitando os direitos e cumprindo os deveres.

Então vamos lá. Quem é quem em uma obra? O engenheiro é fácil de classificar. É o responsável por tudo. Colhe os frutos do sucesso, mas também administra os problemas. Tem que se preocupar com custos, prazos e qualidade da obra e ainda garantir a segurança, o bem-estar e a saúde de seus encarregados. Por isso precisa muito de seus colaboradores. Seus principais apoios são os mestres e encarregados (braços operacionais e de produção), os auxiliares (braços administrativos) e os técnicos de segurança (braços da garantia de bem-estar e integridade dos trabalhadores). Vale ressaltar aqui que a busca pela segurança e pelo bem-estar não é uma ação que se desenvolve solitariamente e o bom resultado só se atinge com a participação de todos. Assim, quem faz a segurança é a equipe, não o técnico. Por isso sua postura tem que ser a de um orientador e agente motivador, nunca a de fiscal ou um ser “superior”.

Mas esta conquista depende de alguns outros fatores, como exemplo a humildade de reconhecer e saber absorver a experiência de outros funcionários, que certamente terão visões que podem trazer melhorias e contribuições positivas. Pedir opiniões é importante e ajuda na detecção de problemas. Outros pontos importantes são a participação efetiva (o técnico não pode só observar e falar, ele precisa colocar a mão na massa) e a reciclagem permanente (estudar as normas e atualizar seus conhecimentos). Enfim, fica aqui a grande dica: Saber se comunicar e se posicionar é a chave para o relacionamento em equipe!

Cultura


A Construtora HOSS patrocinou em abril um show do grupo de taikô Yamato, um dos mais conceituados do mundo. Fundado no Japão em 2003, eles fazem turnês por diversos países e nessa passagem pelo Brasil encantaram o público com suas vibrantes apresentações. O taikô é um instrumento de percussão utilizado em manifestações culturais e sociais há séculos no Japão e seu uso artístico é marcante pelo sincronismo e pela forte energia.