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HomeRevista Hoss


EDIÇÃO AGOSTO 2013

Destaque

O primeiro funcionário


O nosso primeiro funcionário foi na verdade um acaso do destino. Quando chegou ao aeroporto em São Paulo com a missão de trazer a Construtora Shimizu ao Brasil, o diretor Kazuhiko Kondo se deparou com um simpático taxista japonês. A conversa durante o trajeto até o hotel foi tão produtiva que os dois iniciaram uma promissora parceria. o Brasil aos 15 anos. Como muitos imigrantes, começou a trabalhar bem cedo na lavoura de café e depois como feirante. Depois se tornou taxista e enfim foi o motorista da construtora por 17 anos, quando decidiu voltar à terra natal.

No Japão, quando foi visitar a Shimizu foi recebido com uma festa, tamanha era a consideração que tinham por ele. Lá trabalhou um tempo na indústria e teve uma experiência bastante interessante quando ajudou a implantar uma churrascaria nos moldes brasileiros em Tóquio. A ideia foi do diretor administrativo da Shimizu do Brasil, Shinzo Matsumiya, que o convenceu a voltar para o Brasil para aprender a arte do churrasco. A “Olê Olá” já não existe mais, mas ficou sob sua gerência por cerca de três anos. Hoje vive em Okinawa com a esposa Terezinha, uma brasileira descendente de japoneses. Lá vivem do plantio de cana-de-açúcar e limão, em forma de cooperativa. Também são proprietários de uma pequena floricultura.



Chegou para ficar... e aprender!


Aos 17 anos o paraense Itamar Fagundes Soares foi para Manaus para um tratamento de saúde. O que seria apenas uma passagem temporária acabou se tornando uma mudança radical em sua vida. Itamar foi criado em uma pequena cidade e logo cedo foi trabalhar na agricultura. Na cidade grande viu uma oportunidade interessante de mudar de profissão e decidiu apostar na construção civil. Seu primeiro emprego foi prestando serviços para a Construtora HOSS, onde está até hoje.

Começou como ajudante e foi aprendendo funções, atuando como eletricista e soldador. Hoje conquistou o posto de mestre de obras e está muito animado com sua carreira. “A HOSS tem sido minha escola, aprendi e ainda aprendo muito com o pessoal daqui”, revela Itamar. Ele conta que encontrou dificuldades pelo caminho, pois não sabia nada sobre construção e o início foi um grande choque. Mas se considera curioso, paciente e esforçado, o que contribuiu para que tivesse sucesso.

Destaca a obra da igreja dos mórmons como uma das mais marcantes que participou, pois foi um grande desafio pelo alto nível de exigência. “Tudo tinha que ser 100%, um serviço perfeito e impecável”, lembra orgulhoso. É uma pessoa caseira e nos momentos de lazer gosta de passear em parques e fazer pequenas viagens pelas redondezas, com a família que está crescendo. Ele e a companheira Juliana esperam a visita da cegonha, que em breve trará companhia para o pequeno Igor, de 7 anos, fruto da abençoada união de 15 anos...